domingo, 21 de setembro de 2008

E cá estou eu pensando que vou conseguir demonstrar o meu amor por essa mulher ao qual tive a sorte de ter como mãe... Sim, "pensando" pois é impossivel descrever um amor incondicional como eu tenho por você.
Falar de amigos já é muito dificil, imagine descrever uma mãe. É como você descrever algo celestial, algo surreal. Costumo pensar que a 8ª maravilha do mundo sejam as MÃES, mas tenho certeza que não, pois as MÃES são muito mais que isso, estão sempre um passo a frente de qualquer coisa... E essas sim podemos falar que alcançaram a perfeição, pois não lhes faltam nada.
Aproveitando queria agradecer tambem por tudo que você demonstrou ser pra mim durante todo esse tempo juntos, sempre de mãos atadas a minha, sempre me amparando e NUNCA pensando duas vezes quando é pra fazer algo que me agrade... Pode faltar o que for na sua vida né? Comida, roupas e tudo mais... mas sei que você não suportaria ficar sem o sorriso de seus filhos no rosto, e eu agradeço mãe por isso tudo...
Por pequenas quedas que eu levava que você demonstrava um desespero desnecessario por amar demais sua cria. Agradeço por cada palavra de apoio e incentivo dos dias ruins, por todas as ligações preocupadas que você me dava quando estava nas baladas noturnas e me desculpar também pelas lágrimas que saiam de seu rosto por minha causa, que eu também derramei por te ver chorar, pois superaria a perda de um amigo, mas de MINHA mãe...
Tantos momentos que significam tanto pra mim que eu nunca apagarei da memória. 
Quero lembrar também que nunca te trocaria por mais ninguem, pois ninguem é como você, ninguem tem tanta importancia como você. Você é a luz dos dias de escuridão, a flor mais importante do jardim e também a mais bela dele.
Finalizo a homenagem com um obrigado em especial por tudo.
Quando o dia de nós separarmos chegar (um casamento ou estudo fora por exemplo...) quero que você fique tranquila, pois ainda assim você será a base de tudo.
Te amo mãe, agradeço a cada minuto por existir.
Obrigado.

Holiúd?!

Nagi Noda: Foi uma artista famosa no mundo todo, nasceu em 1937 na cidade de Tokyo e frequentou escolas de arte desde que era jovem.
Nagi criou um estúdio, seu próprio estúdio, chamado Uchu Country. Então decolou criando comerciais para marcas como Coca-Cola, Nike e algumas capas de cds e até mesmo clipes (Scissor Sisters e Out Of Limit).



MaMatthew Barney: Artista Contemporâneo, casado com Björk.


Michel Gondry: Cineasta francês, diretor do filme que ganhou o oscar de melhor roteiro original em 2005 (Eternal Sunshine of the Spotless Mind).


David Lachapelle: Fotógrafo conhecido por suas imagens "inusitadas, coloridas e irreverentes".

domingo, 17 de agosto de 2008

Ofélia no país das "maravilhas"

O Labirinto do Fauno (2006), dirigido pelo espanhol Guillermo Del Toro, relata a história de uma fábula vivida por uma menina de 10 anos chamada Ofélia. Entre a realidade e a fantasia, Ofélia vai viver uma aventura que a levará a uma transissão continua de um cenário facista a um cenário de um mundo repleto de magia.
Não foi atoa que o longa de Del Toro levou os oscars de melhor fotografia e melhor direção de arte e maquiagem. Com cenários deslumbrantes e personagens característicos, o filme deixa nítido o tipo de reação que o público ao qual o assiste, deve sentir a cada cena. As cores e iluminação, fatores que com certeza têm influência gigantesca para que o filme levasse o oscar de melhor fotografia, compunham a ponte entre o mundo facista de Vidal (padrasto de Ofélia) e o labirinto do Fauno (personagem que faz parte do outro mundo de Ofélia).
Para deixar mais claro ainda sobre os prêmios conquistados pelo filme, nada melhor que fotos:



sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Equilibrium 2.0

Sem cores, sem arte, sem músicas e principalmente, sem emoções. É isso tudo que você encontra no intrigante futuro do filme "Equilibrium" dirigido por Kurt Wimmer.
Após a 3ª Guerra Mundial o governo, temendo uma destruição total da raça humana, decide tomar um regime totalitário e com ele uma lei que obriga a todos os humanos a tomarem uma droga criada justamente para evitar essa devastação. Esta droga funciona como um "neutralizante de emoções", pois acreditavam que eram as emoções que levavam as pessoas a fazer guerra.
Num cenário futurístico meio "dark" e com cenas bem semelhantes ao filme "Matrix", o roteiro desenvolve uma intrigante e interessante história quando John Preston (Christian Bale), um dos homens que responsáveis em fazer com que a lei se cumpra, deixa de tomar acidentalmente sua dose diária de Prozium (a droga) e com isso começa a sentir novamente.
Nesta batalha entre emoções, certo e errado, passamos por várias transformações de cenário, iluminação e até mesmo vestuário. Mas nada disso é mais importante do que a mensagem que o filme acaba passando (mesmo que involuntariamente) para cada um de nós: "O que seria de uma humanidade sem sentimentos?"



domingo, 27 de julho de 2008

“Já havia se passado um bom tempo em que não fazia questão alguma de subir. Seja lá qual era o meu motivo, sabia que pendia entre o medo de ser descoberto e a raiva de ser nomeado como um “ofensor”. Lembro-me, ainda que vagamente, da época em que eu era realmente um ofensor, um deles, que me submetia aquelas drogas que alguns acreditaram ser um tipo qualquer de cura, um desses que me negava a sentir. “Pai” maldito seja, quem quer que for! Quem pensam que são para oprimir as pessoas assim, a submetê-las a um tipo de sub-vida?

Como famílias podem viver lá em cima sem se tocarem, sem dirigir uma palavra de incentivo e agrado para as pessoas de seus próprios sangues? Como uma mãe, depois de passar nove meses com o filho na barriga pode olhar tão seca e desdenhosa para eles? Sinto que lá em cima é o verdadeiro inferno e temo, temo muito por pensar que um dia possa vir a ser forçado a usar aquelas drogas novamente, mas tudo isso é um medo que hoje tenho de quebrar. Sinto falta do sol, sinto falta do mundo. E hoje volto para cima com uma incerteza crescente de que talvez não retorne mais para cá. E desejo, sim desejo e muito, que me arranquem a vida a ser forçado a ter que eu mesma tirá-la por não aceitar o Prozium e por renegar aquele a quem ousam chamar de “Pai”.

Decido neste momento, que ver, sentir e talvez até mesmo tatear o belo mundo que sei que existe acima são de tudo o que eu mais preciso agora. Nem que seja a última vez quero olhar para o sol, quero sentir o vento soprar em meus cabelos e me sentar novamente no banco em que partilhei com a pessoa cujo amei. E talvez até senti-la por lá, por que não?”

- Relato fictício de um personagem qualquer (dos rebeldes a quem chamam de “ofensores”) do filme Equilibrium.