domingo, 17 de agosto de 2008

Ofélia no país das "maravilhas"

O Labirinto do Fauno (2006), dirigido pelo espanhol Guillermo Del Toro, relata a história de uma fábula vivida por uma menina de 10 anos chamada Ofélia. Entre a realidade e a fantasia, Ofélia vai viver uma aventura que a levará a uma transissão continua de um cenário facista a um cenário de um mundo repleto de magia.
Não foi atoa que o longa de Del Toro levou os oscars de melhor fotografia e melhor direção de arte e maquiagem. Com cenários deslumbrantes e personagens característicos, o filme deixa nítido o tipo de reação que o público ao qual o assiste, deve sentir a cada cena. As cores e iluminação, fatores que com certeza têm influência gigantesca para que o filme levasse o oscar de melhor fotografia, compunham a ponte entre o mundo facista de Vidal (padrasto de Ofélia) e o labirinto do Fauno (personagem que faz parte do outro mundo de Ofélia).
Para deixar mais claro ainda sobre os prêmios conquistados pelo filme, nada melhor que fotos:



sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Equilibrium 2.0

Sem cores, sem arte, sem músicas e principalmente, sem emoções. É isso tudo que você encontra no intrigante futuro do filme "Equilibrium" dirigido por Kurt Wimmer.
Após a 3ª Guerra Mundial o governo, temendo uma destruição total da raça humana, decide tomar um regime totalitário e com ele uma lei que obriga a todos os humanos a tomarem uma droga criada justamente para evitar essa devastação. Esta droga funciona como um "neutralizante de emoções", pois acreditavam que eram as emoções que levavam as pessoas a fazer guerra.
Num cenário futurístico meio "dark" e com cenas bem semelhantes ao filme "Matrix", o roteiro desenvolve uma intrigante e interessante história quando John Preston (Christian Bale), um dos homens que responsáveis em fazer com que a lei se cumpra, deixa de tomar acidentalmente sua dose diária de Prozium (a droga) e com isso começa a sentir novamente.
Nesta batalha entre emoções, certo e errado, passamos por várias transformações de cenário, iluminação e até mesmo vestuário. Mas nada disso é mais importante do que a mensagem que o filme acaba passando (mesmo que involuntariamente) para cada um de nós: "O que seria de uma humanidade sem sentimentos?"