Sem cores, sem arte, sem músicas e principalmente, sem emoções. É isso tudo que você encontra no intrigante futuro do filme "Equilibrium" dirigido por Kurt Wimmer.
Após a 3ª Guerra Mundial o governo, temendo uma destruição total da raça humana, decide tomar um regime totalitário e com ele uma lei que obriga a todos os humanos a tomarem uma droga criada justamente para evitar essa devastação. Esta droga funciona como um "neutralizante de emoções", pois acreditavam que eram as emoções que levavam as pessoas a fazer guerra.
Num cenário futurístico meio "dark" e com cenas bem semelhantes ao filme "Matrix", o roteiro desenvolve uma intrigante e interessante história quando John Preston (Christian Bale), um dos homens que responsáveis em fazer com que a lei se cumpra, deixa de tomar acidentalmente sua dose diária de Prozium (a droga) e com isso começa a sentir novamente.
Nesta batalha entre emoções, certo e errado, passamos por várias transformações de cenário, iluminação e até mesmo vestuário. Mas nada disso é mais importante do que a mensagem que o filme acaba passando (mesmo que involuntariamente) para cada um de nós: "O que seria de uma humanidade sem sentimentos?"
Após a 3ª Guerra Mundial o governo, temendo uma destruição total da raça humana, decide tomar um regime totalitário e com ele uma lei que obriga a todos os humanos a tomarem uma droga criada justamente para evitar essa devastação. Esta droga funciona como um "neutralizante de emoções", pois acreditavam que eram as emoções que levavam as pessoas a fazer guerra.
Num cenário futurístico meio "dark" e com cenas bem semelhantes ao filme "Matrix", o roteiro desenvolve uma intrigante e interessante história quando John Preston (Christian Bale), um dos homens que responsáveis em fazer com que a lei se cumpra, deixa de tomar acidentalmente sua dose diária de Prozium (a droga) e com isso começa a sentir novamente.
Nesta batalha entre emoções, certo e errado, passamos por várias transformações de cenário, iluminação e até mesmo vestuário. Mas nada disso é mais importante do que a mensagem que o filme acaba passando (mesmo que involuntariamente) para cada um de nós: "O que seria de uma humanidade sem sentimentos?"

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